cosmos

Anoitece,
num épico morrer do dia,
o azul fica negro,
depois de um roxo de melancolia,
chega a saudade
que não nos chega a marcar,
o brilho das estrelas,
aquele inconstante e tímido luar,
chegam e fazem-nos pensar,
na pequenice das nossas ideias,
no ridículo dos nossos ideais,
a noite é mágica não por existirmos
ou por o sentirmos,
mas pela descoberta da nossa verdadeira essência
neste espectáculo do cosmos.
Photo "Lunar Sky" by `foureyes @ foureyes.deviantart.com








1 Sensações:
Gostei muito deste poema.
É quando o sol de deita que nasce essa magia que falas, e surge aquela saudade melancolica, que por vezes custa tanto a presenciar.
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